Recentemente uma atualização do WhatsApp causou alvoroço: a partir de agora, o aplicativo de mensagens instantânea tem um recirso, habilitado por default (e que vai ser obrigatório ara novos usuários), que faz o compartilhamento automático das mensagens com o Facebook. Ou seja, as conversas no Whatsapp são enviadas automaticamente para o Facebook, sob o pretexto de que ele vai poder oferecer anúncios customizados para os clientes. Grande vantagem, não?
Claro que não!!!
Normalmente nós assumimos que podemos conversar tranquilamente pelo Whatsapp, geralmente com amigos, familiares e colegas de trabalho, acreditando que o aplicativo está protegendo a nossa privacidade. Ainda mais depois que o Whatsapp lançou criptografia ponta-a-ponta e garantiu o sigilo no tráfego das coversas.
Desde o lançamento dessa nova "funcionalidade", os usuários atuais tem 30 dias para desabilitar,m definitivamente, esse compartilhamento automático. Isso pode ser feito no próprio aplicativo do Whatsapp, retirando essa opção. Basta ir na tela de configurações ("Ajustes") e, na opção de "Conta", desmarcar a opção de "Compart. Dados da Minha Conta" e confirmando essa opção ao clicar no botão "Não compartilhar".
Para saber mais:
Diversas novidades, informações, dicas e casos do dia-a-dia: na vida pessoal, sobre Tecnologia e, principalmente, Segurança da Informação.
agosto 30, 2016
agosto 29, 2016
[Diversos] Posts que nunca foram escritos
Periodicamente eu fico coletando idéias e links para escrever artigos que, normalmente por falta de tempo, acabam nunca sendo escritos.
Para não perder isso totalmente, resolvi compartilhar alguns desses links, que iriam servir de inspiração ou referência para esses posts que nunca aconteceram.
Sobre a criptografia do Whatsapp:
Para não perder isso totalmente, resolvi compartilhar alguns desses links, que iriam servir de inspiração ou referência para esses posts que nunca aconteceram.
Sobre a criptografia do Whatsapp:
- http://g1.globo.com/tecnologia/blog/seguranca-digital/post/como-o-governo-teria-grampeado-terroristas-no-whatsapp.html
- https://fabiosilva.com.br/2016/07/21/entenda-a-arquitetura-do-whatsapp-e-outras/
- http://www.tecmundo.com.br/whatsapp/107509-criptografia-whatsapp-quebrada-governo-interino-do-brasil.htm
- US cybercrime laws being used to target security researchers
- http://thehackernews.com/2016/05/hack-an-election.html
- http://thehackernews.com/2016/05/car-hacker-prison.html
- Txtng is killing language. JK!!!
- Philip Zimbardo: The psychology of evil
- https://www.ted.com/playlists/235/the_funniest_ted_talks
- Diversos grupos formado por mulheres que incentivam a participação delas na área de TI: https://t.co/Ijc42hsVp2
- InfoSec Careers: How to Attract, Retain More Women
- http://cio.com.br/opiniao/2014/04/25/marco-civil-e-a-computacao-em-nuvem/
- http://www.crimespelainternet.com.br/marco-civil-da-internet-agora-e-lei/
- New White House petition seeks to legitimize DDoS attacks
- Aseguran que criminalizar las protestas ha tenido un efecto multiplicador
- http://www.prolexic.com/knowledge-center-dos-and-ddos-glossary.html
- http://jncie.files.wordpress.com/2008/09/801003_protecting-the-network-from-denial-of-service-floods.pdf
- http://www.csoonline.com/article/3085159/data-breach/the-story-of-a-ddos-extortion-attack-how-one-company-decided-to-take-a-stand.html
- The Troubling State of Security Cameras; Thousands of Devices Vulnerable
- Microsoft's Artificial Intelligence Tay Became a 'Racist Nazi' in less than 24 Hours
- http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2014/09/pesquisa-mostra-que-desenvolvedores-de-apps-nao-sabem-proteger-dados-dos-usuarios.shtml
- Is your vacuum cleaner sending spam?
- An Introduction to Threat Modeling
- The Global Risks Landscape 2016
- Revista ISOfocus, da ISO/IEC, sobre Cloud Computing (PDF)
agosto 26, 2016
[Humor] Corrigindo um bug em produção
agosto 24, 2016
[Segurança] OpOlympicHacking e o ocaso do hacktivismo
Os Jogos Olímpicos são, sem dúvida, o maior evento esportivo do planeta e, assim, uma grande oportunidade para ativistas aproveitarem a atenção midiática e realizarem protestos, promovendo suas causas específicas.
Mas como seria o desdobramento disso em um país com pouca tradição de protestos populares, aonde a população em geral é facilmente manipulada pela mídia e se distrai facilmente por qualquer tipo de festa, principalmente o Carnaval, feriados, jogos de futebol, etc? Afinal, vivemos no país do Carnaval e da cerveja. A Copa do Mundo de 2014 vivenciou alguns protestos antes dos jogos, mas durante os jogos quase nada aconteceu. E como foram nas Olimpíadas do Rio 2016?
Ao contrário das expectativas (minhas e de muitos colegas de profissão), os ciber protestos durante as Olimpíadas foram poucos, esparsos, sem conseguir aglutinar muitos grupos hacktivistas em torno de alguma causa. Tanto do ponto de vista local (Brasil) quanto global, não houve uma ação coordenada de protestos nem uma coalisão de células do Anonymous que estivesse engajada ativamente em torno da chamada "OpOlympicHacking".
A hashtag #OpOlympicHacking começou a ser divulgada antes mesmo do início dos jogos. Por exemplo, em Março deste ano o Anonymous Brasil (AnonBRNews) publicou alguns posts com referência a operação, na época associando essa hashtag com a OpNimr, uma ação promovida por células do Anonymous em todo o mundo em defesa do jovem saudita Ali Mohammed al-Nimr, preso e condenado a morte por participar dos protestos contra o governo de seu país durante a Primavera Árabe.
Mesmo antes da abertura dos jogos Olímpicos, várias páginas de "evento" foram criados no Facebook como forma de protesto contra os jogos. Um dos temas mais comuns foi convidar a população a apagar a tocha Olímpica, na medida em que ela passava pelas cidades.
Durante as duas semanas que durou as Olimpíadas, alguns acontecimentos poderiam ter aquecido os ânimos e potencializado os protestos, desde a votação do parecer do processo de impeachment da Presidente Dilma Rousseff na primeira semana dos jogos, até mesmo a notícia de que um ataque de drones matou um dos líderes do ISIS.
Mas durante o decorrer dos Jogos, as ações de ciber protesto foram poucas e esparsas. Nós tivemos o pico de ataques, mensagens e protestos online no dia da abertura dos jogos, quando várias mensagens foram publicadas em redes sociais, o canal IRC para organização da opaerção borbulhava de gente (cerca de 150 pessoas), um video de protesto foi produzido e uma lista de alvos foi divulgada, indicando os sites que deveriam sofrer ataques.
Mas, passada a cerimônia de abertura, os ataques ou mensagens de protesto relacionado as Olimpíadas aconteceram esporadicamente. Durante as duas semanas que duraram os jogos foram realizados poucos ataques, incluindo algumas derrubadas de sites com ataques de DDoS e vazamento de dados (incluindo o tradicional "vazamento de dados públicos), direcionados principalmente ao governo do Rio de Janeiro, a organização dos jogos e algumas empreteiras.
O grupo AnonBRNews foi a célula do Anonymous que participou mais ativamente das operações de protesto durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Vejamos uma linha do tempo com os principais acontecimentos:
Para trazer mais distração, algumas operações de protesto estavam em andamento em outros países, em paralelo com as Olimpíadas. Por exemplo, enquanto os Anonymous da Venezuela estavam discutindo a abertura de fronteira com a Colômbia, células americanas e inglesas estavam dando atenção ao problema de tensão racial nos dois paises, e diversas células globais do grupo estavam divulgando a "OpWhales", direcionada principalmente contra a indústria baleeira do Japão e Islândia. Além de tirar o foco dos hacktivistas internacionais para as ações de protestos sobre as Olimpíadas, essas operações perderam a oportunidade de "pegar carona" nos protestos relacionados aos jogos. Se tivessem feito isso, poderiam dar mais visibilidade para a sua causa específica e, de bônus, teriam ajudado a promover os protestos associados as Olimpíadas.
Após 2 semanas de Jogos Olímpicos, o grupo Anonymous e seus apoiadores não conseguiram aproveitar a oportunidade para realizar protestos online a altura dos problemas que eles mesmos destacaram em seus posts de protesto. Houve poucas ações, com pouca adesão e pouco impacto. Consequentemente, a divulgação dos resultados da OpOlympicHacking foi muito limitada.
Para saber mais:
Mas como seria o desdobramento disso em um país com pouca tradição de protestos populares, aonde a população em geral é facilmente manipulada pela mídia e se distrai facilmente por qualquer tipo de festa, principalmente o Carnaval, feriados, jogos de futebol, etc? Afinal, vivemos no país do Carnaval e da cerveja. A Copa do Mundo de 2014 vivenciou alguns protestos antes dos jogos, mas durante os jogos quase nada aconteceu. E como foram nas Olimpíadas do Rio 2016?
Ao contrário das expectativas (minhas e de muitos colegas de profissão), os ciber protestos durante as Olimpíadas foram poucos, esparsos, sem conseguir aglutinar muitos grupos hacktivistas em torno de alguma causa. Tanto do ponto de vista local (Brasil) quanto global, não houve uma ação coordenada de protestos nem uma coalisão de células do Anonymous que estivesse engajada ativamente em torno da chamada "OpOlympicHacking".
A hashtag #OpOlympicHacking começou a ser divulgada antes mesmo do início dos jogos. Por exemplo, em Março deste ano o Anonymous Brasil (AnonBRNews) publicou alguns posts com referência a operação, na época associando essa hashtag com a OpNimr, uma ação promovida por células do Anonymous em todo o mundo em defesa do jovem saudita Ali Mohammed al-Nimr, preso e condenado a morte por participar dos protestos contra o governo de seu país durante a Primavera Árabe.
Mesmo antes da abertura dos jogos Olímpicos, várias páginas de "evento" foram criados no Facebook como forma de protesto contra os jogos. Um dos temas mais comuns foi convidar a população a apagar a tocha Olímpica, na medida em que ela passava pelas cidades.
Durante as duas semanas que durou as Olimpíadas, alguns acontecimentos poderiam ter aquecido os ânimos e potencializado os protestos, desde a votação do parecer do processo de impeachment da Presidente Dilma Rousseff na primeira semana dos jogos, até mesmo a notícia de que um ataque de drones matou um dos líderes do ISIS.
Mas durante o decorrer dos Jogos, as ações de ciber protesto foram poucas e esparsas. Nós tivemos o pico de ataques, mensagens e protestos online no dia da abertura dos jogos, quando várias mensagens foram publicadas em redes sociais, o canal IRC para organização da opaerção borbulhava de gente (cerca de 150 pessoas), um video de protesto foi produzido e uma lista de alvos foi divulgada, indicando os sites que deveriam sofrer ataques.
O grupo AnonBRNews foi a célula do Anonymous que participou mais ativamente das operações de protesto durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Vejamos uma linha do tempo com os principais acontecimentos:
- 05/08: Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos
- 05/08: AnonBRNews divulga uma lista de alvos no Pastebin, incluindo diversas construtoras acusadas de estarem envolvidas em escândalos de corrupção
- 05/08: Através do Twitter e do canal IRC da operação, o Anonymous divulga uma ferramenta para realizar os ataques DDoS, batizada de "opolympddos". Apesar da ferramenta conter botões para atacar 5 sites, os participantes do canal IRC eram orientados a atacar apenas o site www.brasil2016.gov.br;
- 05/08: AnonBRNews realiza um ataque de DDoS com sucesso contra o site www.Brasil2016.gov.br;
- 05/08: Durante a cerimônia de abertura, os participantes do canal IRC da OpOlympicHacking tentam, sem sucesso, realizar um ataque DDoS contra o site da atriz Regina Casé;
- 05/08: AnonBRNews anuncia um ataque de DDoS com sucesso contra o site esporte.gov.br, aparentemente realizado pelo grupo MCA DDOS Team;
- 05/08: O AnonBRNews anuncia o vazamento de dados pessoais de algumas personalidades políticas (do prefeito e do governador do Rio de Janeiro, ministro do esportes e do presidente do COB e da CBF, além de dados de algumas empresas);
- 05/08: O grupo Anonymous Brasil (@AnonymousBr4sil) divulga uma mensagem de protesto em sua página no Facebook;
- 05/08: Anonymous (AnonBRNews) publica o vídeo "Anonymous #OpOlympicHacking - Que os Jogos Comecem!" (versão em Inglês):
- 06/08: Através do IRC e do twitter, o Anonymous divulga uma nova versão da ferramenta “olympicddos.rar”, sempre orientando os participantes a atacarem o site www.brasil2016.gov.br;
- 06/08: O anonBRNews anuncia o vazamento de banco de dados de 4 confederações esportivas: a de boxe, de handebol, de triatlhon e pentatlo;
- 06/08: Anon X e Plano Anonymous Brasil publicam o vídeo "Exclusion of the Olympic Games 2016":
- 08/08: O Anonymous divulga uma nova versão da ferramenta “olympicddos.rar”, com algumas correções de bugs;
- 08/08: O grupo AnonymousCenter publica um post no Twitter divulgando uma ferramenta online para ataque DDoS: "#Anonymous #OpOlympicHacking #OpNimr #DDos tool to help in the attack ! http://indos00.blogspot.jp Fire Legion."
- 08/08: O perfil do Twitter AnonOpsBR (@anonopsbrazil) anuncia um ataque DDoS com sucesso contra o site rj.gov.br;
- 08/08: AnonOpsBR anuncia que "6 Bancos de Dados hackeados pela #OpOlympicHacking e todos os sites estão offline", disponibilizando no Pastebin informações supostamente dos sites ouvidoriadapolicia.rj.gov.br, gestaorecursos.cpb.org.br, portalgeo.rio.rj.gov.br, www.isp.rj.gov.br, ecomlurbnet.rio.rj.gov.br e internetcomunitaria.rj.gov.br;
- 11/08: O perfil Anonymous Official publica o vídeo "Exclusion of the Olympic Games 2016" (com conteúdo similar ao vídeo de 06/08):
- 12/8: Alguns perfis do Anonymous em outros países retuitam o vídeo em que um protesto de estudante foi reprimido com balas de borracha. Ex: @YourAnonGlobal: "Police use tear gas and rubber bullets against protesting Brazilian students http://on.rt.com/7mfu";
- 12/08: O grupo Greyhat Brotherhood publicou vários tweets dizendo que invadiu a empresa Carioca Engenharia, que está supostamente associada a corrupção nas obras das Olimpíadas. Eles alegam ter obtido dados de 19 mil pessoas associadas a empresa;
- 12/8: O grupo Asor Hack Team (@AsorHackTeam) vaza e-mails da Construtora Cyrela;
- 15/08: O grupo AnonBRNews publica uma mensagem de protesto no Facebook relacionada a construçao do campo de golfe para as Olimpíadas, pela construtura Cyrela;
- 15/08: O perfil no twitter @YourAnonGlobal publica uma mensagem de protesto: "Since 2009 over 77,000 people have been forced out of their homes for infrastructure related to the 2014 World Cup and 2016 Olympic Games";
- 15/08: O perfil @anonopsbrazil anuncia que "Corte Arbitral do Esporte (CAS) foi hackeada e teve o banco de dados expostos";
- 16/08: O perfil @anonopsbrazil anuncia que "Olympic Broadcasting Services (OBS) foi hackeado pela #OpOlympicHacking";
- 19/08: O @YourAnonGlobal publica a mensagem "Iranian #Hacker Defaces IWF Website Following Controversial Rio #Olympics Decision http://buff.ly/2b4gzVE #Rio2016";
- 23/08: O grupo AnonBRNews publicou, em sua página no Facebook, um "Resumo da Operação" OpOlympicHacking.
- 13/09: Hackers russos divulgam dados médicos confidenciais sobre os resultados de exames anti-doping de 4 atletas americanos, em represália as sanções impostas aos atletas russos após um escândalo de doping.
Durante os jogos, as diversas células do Anonymous ao redor do mundo estiveram ocupadas principalmente com seus problemas locais, e raramente foi dada alguma atenção para as Olimpíadas - exceto para retuitar alguma notícia pontual, algum aviso de ataque bem sucedido ou alguma charge relacionada as Olimpíadas. As mensagens de protesto destes grupos foram poucas, facilmente contadas nos dedos das mãos.
Para trazer mais distração, algumas operações de protesto estavam em andamento em outros países, em paralelo com as Olimpíadas. Por exemplo, enquanto os Anonymous da Venezuela estavam discutindo a abertura de fronteira com a Colômbia, células americanas e inglesas estavam dando atenção ao problema de tensão racial nos dois paises, e diversas células globais do grupo estavam divulgando a "OpWhales", direcionada principalmente contra a indústria baleeira do Japão e Islândia. Além de tirar o foco dos hacktivistas internacionais para as ações de protestos sobre as Olimpíadas, essas operações perderam a oportunidade de "pegar carona" nos protestos relacionados aos jogos. Se tivessem feito isso, poderiam dar mais visibilidade para a sua causa específica e, de bônus, teriam ajudado a promover os protestos associados as Olimpíadas.
Após 2 semanas de Jogos Olímpicos, o grupo Anonymous e seus apoiadores não conseguiram aproveitar a oportunidade para realizar protestos online a altura dos problemas que eles mesmos destacaram em seus posts de protesto. Houve poucas ações, com pouca adesão e pouco impacto. Consequentemente, a divulgação dos resultados da OpOlympicHacking foi muito limitada.
Para saber mais:
- Major Events and Hacktivism #OpOlympicHacking
- Cyber Scams to Beware of at the 2016 Summer Olympics
- Riscos e Micos de Cibersegurança nas Olimpíadas do Rio de Janeiro
- Anonymous Hacks World Anti-Doping Agency & International Sports Court
- Anonymous Targets Rio Olympics, Corrupt Officials For Ignoring Poverty, Child Prostitution
- Hackers are targeting the Rio Olympics, so watch out for these cyberthreats
- Anonymous ataca sites do governo do Rio em protesto contra 'Olimpíadas da exclusão'
- Anonymous inicia a #OpOlympicHacking e ataca sites relacionados a olimpíadas. (Maio/2016)
- Brazil 2016 Summer Olympics: Hacker group Anonymous attacks feared (Março.2016)
- Attack on Olympics Anti-Doping Agency Linked to Russia - além de sofrerem ataque de DDoS, eles também foram utilizados em uma campanha de Phishing - aparentemente coordenada por ciber criminosos russos (aqui tem um pouquinho mais de informações)
- Anonymous começa operação hacker contra as Olimpíadas do Rio (incluido em 30/08)
- Aviso aos navegantes # 28 – Olimpíadas (incluido em 30/08)
- Aviso aos navegantes #32 – Os Anonymous (incluido em 30/08)
- Ciberataques no Brasil triplicam durante Rio 2016 (incluido em 05/10)
- How a Massive 540 Gb/sec DDoS Attack Failed to Spoil the Rio Olympics (incluido em 05/10)
agosto 23, 2016
[Cyber Cultura] Sistemas industriais na Internet
O pessoal do projeto Shodan disponibilizou um mapa-mundo com os sistemas industriais conectados na Internet.
O problema é grave: diversas empresas colocam seus sistemas industriais, equipamentos automatizados e dispositivos IoT expostos na Internet, muitas vezes sem os controles mínimos de segurança. Em 2013 o pessoal da CNN fez um slideshow apresentando os dispositivos mais críticos expostos na Internet, que inclui controles de semáforos, radares de trânsito, sistems de automação residencial, bomba de piscina, o sistema de monitoramento cardíaco hospitalar e, até mesmo, os sistemas de uma hidroelétrica francesa!
O problema é grave: diversas empresas colocam seus sistemas industriais, equipamentos automatizados e dispositivos IoT expostos na Internet, muitas vezes sem os controles mínimos de segurança. Em 2013 o pessoal da CNN fez um slideshow apresentando os dispositivos mais críticos expostos na Internet, que inclui controles de semáforos, radares de trânsito, sistems de automação residencial, bomba de piscina, o sistema de monitoramento cardíaco hospitalar e, até mesmo, os sistemas de uma hidroelétrica francesa!
agosto 22, 2016
[Cyber Cultura] Buzzword: Economia Digital
Se existe uma "buzzword das buzzwords", é a tal "Economia Digital", ou "4ª Revolução Industrial", que prega que nossa sociedade e economia estão baseadas na mobilidade, na computação em nuvem e, agora, também na Internet das Coisas.
Nesse novo ambiente, os consumidores exigem que os serviços estejam disponíveis a todo o momento, 24x7, utilizam frequentemente as redes sociais para interagir com suas marcas e com outros clientes (que já se tornou um canal de autoatendimento). Segundo um estudo da Mckinsey, as principais tecnologias disruptivas têm potencial para aumentar a economia mundial em até US$ 30 trilhões. esse estudo também destaca que atualmente 48% da população mundial tem acesso à Internet, à computação em nuvem, que o número de linhas celulares no mundo já é maior que a população total do planeta e que, a cada dois dias, cria-se mais conteúdo e dados do que em todo o intervalo entre o ano 1100 e 2003.
A Uber, AirBnB são alguns dos exemplos repetidos ad nauseum dessa nova economia.
Em breve, também vai entrar nessa tendência o uso de Realidade Aumentada, graças ao Pokemon Go, que está popularizando o uso dessa tecnologia para as massas.
Nesse novo ambiente, os consumidores exigem que os serviços estejam disponíveis a todo o momento, 24x7, utilizam frequentemente as redes sociais para interagir com suas marcas e com outros clientes (que já se tornou um canal de autoatendimento). Segundo um estudo da Mckinsey, as principais tecnologias disruptivas têm potencial para aumentar a economia mundial em até US$ 30 trilhões. esse estudo também destaca que atualmente 48% da população mundial tem acesso à Internet, à computação em nuvem, que o número de linhas celulares no mundo já é maior que a população total do planeta e que, a cada dois dias, cria-se mais conteúdo e dados do que em todo o intervalo entre o ano 1100 e 2003.
A Uber, AirBnB são alguns dos exemplos repetidos ad nauseum dessa nova economia.
Em breve, também vai entrar nessa tendência o uso de Realidade Aumentada, graças ao Pokemon Go, que está popularizando o uso dessa tecnologia para as massas.
agosto 21, 2016
[Segurança] Qual é a senha do seu celular?
O que você faria se a sua vida dependesse da sua esposa desbloquear o seu celular?
O pessoal da Porta dos Fundos tem um vídeo ótimo sobre isso, chamado de "Senha".. O vídeo é um pouco antigo, de 2014, mas vale a pena ver ou rever - e, eventualmente, utlizar em uma campanha de conscientização para usuários finais, lembrando que devemos proteger as informações armazenadas em nossos celulares.
Além de dados corporativos, a senha de um smartfone pode esconder muitos segredos :)
O pessoal da Porta dos Fundos tem um vídeo ótimo sobre isso, chamado de "Senha".. O vídeo é um pouco antigo, de 2014, mas vale a pena ver ou rever - e, eventualmente, utlizar em uma campanha de conscientização para usuários finais, lembrando que devemos proteger as informações armazenadas em nossos celulares.
Além de dados corporativos, a senha de um smartfone pode esconder muitos segredos :)
agosto 16, 2016
[Segurança] As líderes no mercado de segurança
Segundo dados divulgados recentemente pelo Gartner, cinco empresas lideram o mercado mundial de softwares de segurança, que movimentou US$ 22,1 bilhões em 2015. Mais de um terço (37,6%) desse do mercado está concentrado em apenas cinco fabricantes: Symantec, Intel (dona da McAfee), IBM, Trend Micro e EMC (dona da RSA).
Em termos de faturamento em 2015, s empresas se dividiram da seguinte forma:
Em termos de faturamento em 2015, s empresas se dividiram da seguinte forma:
- Symantec: faturamento de US$ 3,352 bilhões (15.2% de market share)
- Intel: US$ 1,751 bilhões (7.9%)
- IBM: US$ 1,450 bilhões (6.6%)
- Trend Micro: US$ 990 bilhões (4.5%)
- EMC: US$ 756 bilhões (3.4%)
- O segmento de mercado que mais cresceu em 2015 foi o de Gerenciamento de Segurança da Informação e de Incidentes (SIEM), com 15,8% de aumento;
- O seguimento com maior queda foi o de software de segurança para o consumidor, com queda de 5,9%. Outeo segmento que apresentou queda foi o de Endpoint Protection Platform (EPP);
- A participação total das 5 empresas, líderes caiu 3,1% em relação a 2014, com uma queda coletiva de 4,2% das receitas em 2015, enquanto o restante do mercado teve um aumento de 9,2%. Isso mostra que o mercado está valorizando os fornecedores de segurança menores e mais especializados.
- O ambiente de proteção de dados e infraestrutura está migrando para o mundo físico. "Apenas proteger as informações não é o suficiente", devemos "proporcionar segurança para as pessoas e o ambiente ao seu redor";
- Todas as organizações devem agora assumir que estão em uma posição de comprometimento contínuo.
- As empresas devem adotar uma arquitetura de proteção de segurança adaptável e abrangente;
- O Gartner destaca 4 vertentes com 12 habilidades para aumentar a capacidade de bloquear, evitar, detectar e reagir aos ataques:
- Prever: Análise Proativa de Exposição, Prever Ataques, Sistemas de Base;
- Prevenir: Sistemas Isolados e Consolidados, Distrair os Invasores, Prevenir Incidentes;
- Detectar: Detectar Incidentes, Confirmar e Priorizar Riscos, Conter os Incidentes;
- Responder: Remediar/Conduzir Mudanças, Mudança de design/modelo, Investigar/perícia.
agosto 15, 2016
[Cyber Cultura] A evolução do Mac
Fazendo uma pesquisa no Google Images, eu encontrei várias imagens interessantes sobre a evolução dos computadores da Apple. Algumas imagens eram mais simples e outras mais bem detalhadas, e resolvi compartilhar aqui aquelas que gostei mais.
agosto 12, 2016
[Segurança] Como descobrem nossas senhas?
O pessoal do The Media Show, um grupo americano que faz alguns vídeos humorísticos sobre tecnologia com marionetes, tem um vídeo curto que mostra como alguém consegue descobrir as senhas de outras pessoas.
Utilizando o cenário de uma festa aonde os convidados só podem entrar se apresentarem uma senha para o porteiro, um personagem que é o "penetra", consegue entrar várias vezes utilizando técnicas bem conhecidas para descobrir a senha: incluindo tentar a senha preferida do organizador da festa e tentar um ataque de dicionário. Além de mostrar de forma simples como esses ataques funcionam, o vídeo serve pra conscientizar os usuários finals sobre os cuidados au escolher as suas senhas.
O vídeo é divertido e pode ser utilizado em campanhas de conscientização.
Utilizando o cenário de uma festa aonde os convidados só podem entrar se apresentarem uma senha para o porteiro, um personagem que é o "penetra", consegue entrar várias vezes utilizando técnicas bem conhecidas para descobrir a senha: incluindo tentar a senha preferida do organizador da festa e tentar um ataque de dicionário. Além de mostrar de forma simples como esses ataques funcionam, o vídeo serve pra conscientizar os usuários finals sobre os cuidados au escolher as suas senhas.
O vídeo é divertido e pode ser utilizado em campanhas de conscientização.
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